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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Cinema e Halloween: 12 FAMOSAS FRANQUIAS DE TERROR – QUAL É A SUA PREFERIDA?

Jogos Mortais (7 filmes)
O primeiro capítulo da saga é interessante e original, mostrando o jogo criado pelo misterioso Jigsaw, colocando pessoas em armadilhas ferozes e mortais em busca da sobrevivência. Para mim, o grandeproblema da série é que a estrutura dos filmes ficou embaralhada nos últimos capítulos, tamanho a quantidade de personagens e flashbacks utilizados em suas tramas. O sexto capítulo da série viu uma queda acentuada do público, que obrigou os produtores a mudarem o lançamento de Jogos Mortais – O Final para não coincidir com o sucesso de Atividade Paranormal 2.


Halloween (8 filmes + 2 remakes)
O assassino Michael Myers é responsável por alçar o gênero a um novo nível. Assustador sem nunca dizer uma palavra, o homem mascarado volta para matar na data mais conveniente: o Halloween (ou Dia Das Bruxas). Méritos para John Carpenter, criador da obra, que perdeu qualidade durante a franquia, mas ainda teve bons momentos nas sequências. Não se pode esquecer de Jamie Lee Curtis, alvo preferido do “imortal” Myers.


 Pânico (4 filmes)
A série que dominou o fim da década de 90 e começo dos anos 2000 é mais uma boa criação de Wes Craven, que trouxe às telonas uma saga tensa e enigmática, que tem o mérito de assustar e deixar a plateia nervosa ao mesmo tempo em que sucinta a velha dúvida no espectador: quem é o assassino por trás da máscara?

Os primeiros dois capítulos são muitos bons, embora o terceiro deixe bastante a desejar. 11 anos depois de Pânico 3, Craven lança o quarto capítulo nas telonas, em 2011.


Exorcista (5 filmes) 
O primeiro Exorcista pode ser considerado o melhor filme de todas as sagas dessa lista. A pequena Regan (Linda Blair) possuída por um demônio imortalizou cenas clássicas na história do cinema, e deixou milhares de pessoas chocadas e aterrorizadas (objetivo completo).

O grande problema é que O Exorcista nunca deveria ter virado uma franquia, e isso está demonstrado na péssima qualidade das sequências. Só para relembrar, o último capítulo, Exorcista: O Início, foi filmado duas vezes devido ao desapontamento dos produtores com o trabalho do diretor Paul Schrader. Coube a Renny Harlin refazer o filme, que foi aos cinemas em 2004. O pior? A versão refeita é pior do que a primeira.


A Profecia (3 filmes + 1 remake)
O garoto Damien compete de igual pra igual com Regan, de O Exorcista, como a criança mais assustadora do cinema. As mortes de A Profecia são clássicas e os acontecimentos ao redor do garoto ditam o clima tenso da trama.

No segundo filme, as mortes acabaram sendo criticadas por serem cômicas, embora não fosse o objetivo da produção. O terceiro filme é o mais fraco, mostrando um Damien e adulto e ciente de seu destino e linhagem.


 Brinquedo Assassino (5 filmes)
Quando criança, Chucky era de longe o que mais me assustava, pelo óbvio fato de ser um brinquedo… assassino! Acho até que a série foi criada para assustar as crianças que gostavam de assistir filmes de terror escondidas.

Com o tempo, Chucky virou mais cômico e menos aterrorizante, porém manteve uma certa regularidade.


Sexta-Feira 13 (10 filmes + 1 remake + 1 crossover)
Você já teve a ideia de que, quanto mais a vítima se distanciava de Jason Vorhees, mais perigoso ele ficava? Era o que eu sempre achava. A vítima poderia correr e abrir 2km de vantagem, mas quando ela virava… BAM!!!… Lá estava Jason com o facão pronto para aterrorizar.

Acho interessante o fato da série ser lembrada por Jason, quando em seu melhor filme (o primeiro), quem toca o terror é a sua mãe, Pamela, buscando vingança na suposta morte do filho em um acampamento.

Como é de praxe, foi piorando com o tempo, chegando ao medonho Jason X, provavelmente uma das maiores porcarias que o gênero já produziu.


Hellraiser (8 filmes)
Hellraiser era bom quando tinha Clive Barker por trás. Insano e perturbador, o primeiro Hellraiser apresentava Frank, um homem que precisava de sangue de suas vítimas para reconstruir seu corpo após ser destruído por um grupo de demônios chamados Cenobites, liderados por Pinhead. Tudo causado por um misterioso quebra-cabeça em forma de uma caixa de presente que Frank comprou.

O filme explora temas como o sadomasoquismo e a moralidade sobre condições de medo e aprisionamento.

Foi piorando até chegar a ser lançado direto em dvd. Um remake em 3D foi anunciado.


 O Massacre da Sérra Elétrica (5 filmes e 1 remake)
Um pioneiro no gênero. Tobe Hooper e o seu Massacre da Serra Elétrica são responsáveis por criar padrões nos filmes de terror, como o uso de ferramentas como armas a figura de um assassino sem rosto, peculiar e grande.

Com o orçamento pequeno, Hooper filmou o primeiro capítulo sobre um grupo de amigos que se perdem na estrada e ficam a mercê de uma família de sádicos, que tinha em Leatherface a principal figura. O filme possui um clima mais realista, o que o torna bem aterrorizante e nervoso.

O segundo capítulo da saga também é comandada por Hooper. Apesar de ser inferior ao primeiro, O Massacre da Serra Elétrica é interessante, embora se desligue totalmente do estilo imposto ao primeiro filme, se utilizando de mais efeitos especiais e embarcando na comédia negra.

Depois disso, a série foi pro lixo com a saída de Hooper do comando. Voltou aos cinemas nos anos 2000, com o remake do primeiro e um prequel.


 Os Mortos Vivos (6 filmes + 4 remakes)
O mestre dos zumbis não poderia ficar de fora da lista. Quando George Romero fez a Noite dos Mortos Vivos, em 1968, poucos imaginavam o impacto que o filme teria na cultura norte-americana. Verdade é que a visão de Romero vai muito além de um simples filmes de terror com zumbis assassinos. Ele se utiliza das tramas para analisar e criticar a sociedade, e isso é visto em todos os filmes que dirigiu.

É difícil escolher qual o melhor da série, embora eu prefira Despertar dos Mortos, que para quem não lembra, foi refilmado em Madrugada dos Mortos, dirigido por Zack Snyder.

São 6 os filmes dirigidos por Romero, além de vários remakes originados dos clássicos de Romero.


 Premonição (5 filmes)
Original e com boas cenas, o primeiro Premonição assustou, principalmente por mostrar violentas e diferentes mortes, além do climax da explosão do avião. Os personagens buscam explicações para as mortes e tentam trapaceá-la, premissa que viria a se tornar a estrutura narrativa de toda a série.

É uma franquia razoável, que possui três filmes regulares e um bem fraco (Premonição 4 – 3d). Ainda não vi o Premonição 5, então não tenho uma opinião sobre tal. Não rivaliza com ninguém da lista.


 A Hora do Pesadelo (7 filmes + 1 remake + 1 crossover)
Com tantas séries parecidas, com personagens semelhantes e tramas pouco originais que é impossível ignorar toda a premissa do vilão Freddy Krueger, um assassino que matou mais de 20 crianças e foi queimado vivo pelos pais vingativos. E a vingança vem nos sonhos, com Kruger manipulando e atacando os adolescentes em seus sonos mais profundos, resultando em suas mortes no mundo real.

A criação de Wes Craven atacou uma área enigmática: os sonhos. Aposto que muitos tiver noites mal dormidas pensando na imagem de Krueger e suas garras metal preparadas para estraçalhar. A transição da realidade para o imaginário comandada por Craven é admirável, brincando com a percepção do público.

As continuações foram perdendo qualidade, assumindo uma direção totalmente diferente do original. Em 1994, porém, Craven retornou à direção e fez o curioso A Hora do Pesadelo 7 O Novo Pesadelo, onde Freddy Krueger está furioso por ter sido morto no último filme e, acredite ou não, volta à vida para acabar justamente com os criadores e atores dos episódios anteriores. O próprio Wes Craven, diretor do primeiro ”A Hora do Pesadelo”, assina essa produção que faz inúmeras referências a toda a série. A história parece absurda, mas funciona nas mãos de Craven, que mostra um Freddy mais assustador e menos cômico que em outros filmes.

Para não esquecer, Freddy ainda mediu forças com Jason no razoável Freddy x Jason, última aparição do ator Robert Englund como Freddy.

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